CRÓNICAS DE SANTIAGO
Sem cedilhas e com poucos acentos...
A cidade cá está, flutuando na pedra. Peregrinos vejo poucos, mas muitos sao os que entram na catedral vestidos com filhos e sogras para tocar na cabeca do santo e ver de perto o altar-mor.
Santiago é a leveza e a pedra, o espírito dos que chegam e o bom acolhimento dos que cá estao.
Come-se o pulpo e os pimentos de padron, empurrados com Mencia ou Riojas... E fala-se. Muito. Na língua que nos atira para o cancioneiro e que lembra diariamente a Castela que a periferia nao pode ser um defeito de nascimento.
Em Santiago reencontra-se o melhor de cada português. Falo por mim.
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